Responsabilidade dos país

ORDENANÇA DE DEUS AOS PAIS: "E estas palavras, que hoje te ordeno, estarão no teu coração; E as ensinarás a teus filhos e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e deitando-te e levantando-te."
(Deuteronômios 6.6,7)

RESPONSABILIDADE DOS PAIS: "Educa a criança no caminho em que deve andar; e até quando envelhecer não se desviará dele."(Provérbios 22.6)

TAREFA DOS FILHOS: VÓS, filhos, sede obedientes a vossos pais no Senhor, porque isto é justo. (Efésios 6.1)

FAMILIA

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DICAS PARA PAIS E MESTRES

DICAS PARA PAIS E MESTRES



Este link  é excelente para  você que deseja melhorar a tarefa de casa do seu filho. Muito importante!
http://educarparacrescer.abril.com.br/listas/licao-de-casa-700585.shtml

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Converse sobre estas dicas em sua família. Você pode adicionar suas próprias dicas!


Algumas Dicas de Uso para as crianças e adolescentes na internet


1 - Lembre-se que na Internet você nunca pode ter certeza sobre com quem você está conversando. Infelizmente,
 muitas pessoas mentem e alguém que se diz ser uma criança pode na verdade ser um adulto perigoso.


2 - Nunca divulgue informações sobre sua vida, como por exemplo seu último nome, seu número de telefone,
onde você vive, ou onde é sua escola - sem perguntar primeiro para seus pais. Desconfie daqueles que querem
saber muito sobre você, pois mesmo com poucas informações as pessoas podem descobrir onde você mora.


3 - Tenha em mente as regras de segurança quando estiver on-line: seu comportamento e os sites da Web
 que você visita determinarão em grande parte sua segurança on-line. Sempre siga as regras de uso da Internet,
esteja você em casa, na escola, na biblioteca ou em outros lugares. Elas existem para garantir que você possa
 se divertir de maneira segura na internet.


4 - Sempre mostre respeito aos outros: trate as pessoas que estão on-line como você gostaria de ser tratado.
Nunca envie mensagens de e-mail ofensivas ou desagradáveis. Lembre-se de que qualquer coisa que você
escrever ou enviar on-line pode ser reenviado a outras pessoas - até mesmo seus pais ou sua escola!
Portanto, não diga nada que você não queira que os outros o ouçam dizer.


5 - Fazer planos para encontrar seus amigos de Internet na vida real normalmente é uma idéia muito ruim -
não concorde com isso - porque as pessoas na vida real podem ser muito diferentes do que elas dizem
que são pelo computador. Se você decidir encontrá-los, leve seus pais com você e encoraje seu amigo
 virtual a fazer o mesmo. Esta é uma idéia inteligente. No mínimo, faça com que seus amigos reais estejam
 sabendo o que você vai fazer.


6 - Desligue o computador se não se sentir confortável. Se alguém com quem você conversar ou alguma
 coisa que você vir quando estiver on-line o fizer se sentir desconfortável ou com medo, simplesmente feche
o navegador e desligue o computador. Se você não fornecer informações suas a ninguém, ele ou ela
 não poderá ameaçá-lo, e você poderá simplesmente ignorar a pessoa (ou bloqueá-la) no futuro.
Sempre avise aos seus pais ou professores se você se sentir com medo ou for ameaçado quando
estiver on-line - eles sabem o que fazer.

7 - Se você receber e-mails suspeitos, arquivos ou fotos de alguém que você não conhece,
 remova-os para a lata de lixo. Você poderia ter muito que perder confiando em alguém você
 não conhece. Do mesmo modo, evite clicar nas URLs que lhe parecem suspeitas.

8 - Nunca distribua suas senhas para outros colegas.

9 - Nunca faça nada que possa custar dinheiro à sua família, como por exemplo compras online,
 a não ser que haja algum de seus pais ajudando você a fazer isto.

10 - Antes de você conversar com um desconhecido na Internet sobre algum problema que você
está tendo, ou algo que você está sentindo, tente antes falar com um parente compreensivo
ou um amigo e deixe-os saberem o que você está sentindo. Eles são um recurso melhor, mais confiável
 que um estranho em uma de bate papo.

11 - Evite entrar em salas de bate papo (chats) que parecem provocantes ou de muita discussão,
e não deixa as pessoas online usarem o truque de fazer você pensar neles como amigos da vida real
se você nunca os conheceu pessoalmente. E também não deixe as pessoas o envolverem em brigas online.
Se você for procurar problemas na Internet, você achará isto, e coisas podem sair do controle rapidamente.


Vejam que legal: um contrato de confiança entre pais e filhos

Faça um Contrato de Uso da Internet com seus filhos !

Muitas famílias descobriram que criar um tipo de "Termo de Compromisso" com regras para uso da internet em
conjunto com seus filhos ajuda as crianças e adolescentes a terem uma boa experiência construtiva na Internet
 e a aceitarem melhor as orientações dos pais. Uma das maneiras é fazer uma reunião em família, onde todos
 concordem em rascunhar um termo de compromisso entre pais e filhos. Também pode-se chamar de Acordo ou
 Contrato. Algumas famílias imprimem o documento no computador e assinam em conjunto com as crianças e adolescentes.

Veja abaixo um pequeno exemplo. Sinta-se encorajada a criar o seu próprio contrato, com pontos que façam mais
 sentido para sua família. Você pode encontrar mais alguns exemplos de contrato nos sites:

● SafeKids.Com - Family Contracts for Online Safety,
● Smart Parent.Com - Children's Pledge to Online Safety

Segurança OnLine - Contrato das Crianças e Adolescentes na Internet

1. Eu SEMPRE falarei com meus pais imediatamente se alguma coisa estiver confusa ou parecer assustador ou ameaçador.

2. Eu NUNCA darei meu nome completo, endereço, número do telefone, nome de minha escola ou sua localização, horário, senha, ou quaisquer informação de identificação quando eu estiver online. Eu sempre consultarei um adulto antes no caso de alguma exceção.

3. Eu NUNCA terei um encontro com alguém que eu só conheço pela Internet. Em casos raros, antes perguntarei aos meus pais o que eles acham, e se eu decidir conhecer um colega da internet, eu terei certeza de nós nos encontrarmos em um lugar público e que um pai ou um guardião estará comigo.

4. Eu NUNCA responderei a qualquer mensagem que use palavrões ruins ou palavras que me pareçam assustadoras, ameaçadoras ou estranhas. Se eu receber esse tipo de mensagem, eu a imprimirei e mostrarei para um adulto. Se eu for incomodado em uma sala de bate papo, eu usarei o botão "ignore" ou sairei dessa sala de bate papo.

5. Eu NUNCA irei para um website que custe dinheiro, ou farei compras via internet, sem primeiro pedir permissão aos meus pais ou professor.

6. Eu NUNCA enviarei uma foto pela Internet ou pelo correio normal para ninguém sem a permissão de meus pais.

7. Eu NUNCA enviarei o número do cartão de crédito dos meus pais sem a autorização dos meus pais.


Assinatura do filho(a) _______________________ Data ______


Assinaturas dos pais ________________________ Data ______

extraído do site;http://www.montesiao.pro.br/estudos/crianca/dicas_internet.html




DICAS PARA A PÁSCOA
Todas as  semanas que antecede a páscoa, as escolas envolvem as crianças na "Semana da Páscoa" fazendo projetos, programações e atividades referentes à páscoa. Nos livros didáticos, desde a educação infantil, já vem definidas as atividades com o coelho e o chocolate, então para os pais que sabem o verdadeiro significado da páscoa, só resta instruir os filhos, que esses símbolos foram criados por homens, são mitos, em relação à verdadeira Páscoa.  Como o ovo de chocolate, o coelhino da páscoa, entre outros, que distorcem o verdadeiro significado do tempo pascal, Jesus Cristo.
Devemos esclarecer que infelizmente em épocas comemorativas como a Páscoa, o comércio de ovos de chocolate, por exemplo, faz um grande marketing e não respeita o verdadeiro significado universal, que é a ressurreição da vida Jesus Cristo.
Muitas empresas fazem disso um mercado lucrativo, pois em tal época muitos não lembram, ou se quer sabem o que é Páscoa, onde só pensam em comprarem ovos de chocolate. Uma coisa é certa, comer chocolate, dar chocolate, não faz mal. Mas devemos deixar claros aos nossos filhos, que o verdadeiro símbolo da páscoa é o cordeiro, Jesus Cristo o filho de Deus.
Lúcia Veríssimo

SE VOCÊ DESEJA REALIZAR UMA PALESTRA COM OS PAIS E MESTRES NA SUA IGREJA PODE COPIAR, MAS POR FAVOR CITE A FONTE ABAIXO SEGUE SUGESTÃO DE: CONVITE, CARTAZ, APOSTILA COM CONTEÚDO, RESUMO PARA ENTREGAR AOS PRESENTES E SLIDE DE APRESENTAÇÃO DA PALESTRA. PROMOVA EM SUA IGREJA O ENVOLVIMENTO DAS FAMÍLIAS SEMPRE QUE FOR POSSÍVEL.


APOSTILA

Congregação da Igreja Evangélica Assembleia de Deus – Torre
Departamento Infanto Juvenil da Escola Dominical – Data 01/08/2010
Palestra: O papel da família, e da igreja na formação cristã das crianças

INTRODUÇÃO

O que desejamos é sublinhar a responsabilidade da família e da Igreja na formação cristã das crianças. Pois esta responsabilidade ainda que sabida, não acontece na prática, na medida em que deveria ocorrer. Na verdade, quem está formando o caráter e os valores das crianças são os diversos veículos da mídia, mais especialmente a televisão, e em alguns casos, os jogos eletrônicos e uso indiscriminado do computador conectado a internet. O fato é que não temos o controle dos valores de nossas crianças é bem verdade que aprendem nossas canções, as histórias bíblicas. Mas vamos medir quanto tempo elas têm contato com o ensino verdadeiramente cristão. Na igreja é no máximo seis horas, isto calculando que elas estejam na escola dominical, e no culto infantil à noite. Sonhemos que em todas nossas famílias haja devocional familiar, ou tempo específico com as crianças para o ensino cristão na palavra, de mais uma hora semanal. Qual o resultado? Teremos então seis ou cinco horas semanais de tempo para formação cristã, para ensinar a criança no caminho que ela deve andar. Seria isto suficiente? Já sabemos a resposta. É não! Especialmente porque o tempo que elas tem debaixo de outras influências é imensamente maior. O certo é que as crianças, hoje, recebem mais influências dos programas de televisão, dos jogos eletrônicos, da internet, dos colegas de escola, do que dos pais ou da Igreja. Em geral muitos pais são permissivos, entregam a formação das crianças a terceiros, os quais na sua maioria não têm o temor de Deus. A cultura dos diversos veículos da mídia está corrompendo os valores morais, princípios bíblicos das crianças, e muitos de nós assistimos a isto, sem reação alguma vamos engolindo o engodo.
Portanto educar os filhos é responsabilidade dos pais, que devem criá-los na disciplina e admoestação do Senhor, nutrindo e dando o carinho necessário alimentando-os com a palavra de Deus, da infância à maturidade. Muitos pais na atualidade têm deixado essa tarefa para a escola ou igreja e isso tem sido com certeza a causa do extremo crescimento da delinquência juvenil. Por isso, o que pretendemos nesta palestra é desafiar os pais a assumirem totalmente a missão de educador, mas também mostraremos os caminhos que poderemos trilhar para chegar a esse fim, tendo a igreja como parceira.

A) O PAPEL DA FAMILIA
I – FORMANDO A PERSONALIDADE DOS FILHOS
O caráter não é herdado, é formado, e, é nesse ponto que entra o papel dos pais, pois a conduta, que desde a mais tenra idade sofre influência do lar, da escola, da igreja e da comunidade com que se relaciona. É mais fácil formar um bom caráter a mudá-lo. O temperamento que tem a ver com as ações, reações, e emoções do indivíduo em relação ao nosso próximo chamamos de natureza, feitio, índole, modo, jeito e não pode ser mudado, mas pode e deve ser controlado. Aos pais cabe aplicar a disciplina através da palavra de Deus a fim de formar em seu filho um caráter verdadeiramente cristão. Esta formação envolve basicamente quatro passos:

1. Formação cristã
A formação cristã dos filhos tem a ver com a doutrina cristã: hábitos e práticas como: formação da criança envolve o moral, a ética e a oração, leitura da Bíblia, o culto, a Escola Dominical, a casa do Senhor, o dízimo do Senhor, dar graças pelo alimento, a filantropia, o altruísmo, a reverência pelas coisas do Senhor e da Igreja. (Dt 6). O acompanhamento diário, desde o nascimento é fundamental para que não percamos os filhos para Satanás, que anda rugindo tentando roubá-los de nós. (Pv 22.6)

2. Formação social
Os pais devem se empenhar para que os filhos cresçam unidos, amando uns aos outros, exercitando a fraternidade. O exemplo e dedicação são fundamentais para que nossos filhos aprendam na prática e não somente na teoria. Sendo bem instruídos quanto à obediência, dignidade, submissão e respeito certamente darão bons frutos. Por ignorar a importância da formação social colocamos no mundo, jovens incapazes de interagir com o próximo.

3. Formação moral
É ligada ao caráter cristão, e envolve pudor, respeito próprio, respeito aos outros, bons hábitos, bons costumes, ética, boas maneiras que começam em casa e se externam na escola, na igreja, no lazer, etc. Como pais devemos imprimir nas crianças os bons costumes, que os seguirão por toda a vida.

4. Formação intelectual
É ligada à escolarização da criança, o que estuda, lê e vê. Aqui entra a aplicação da disciplina, que é momentânea, mas traz resultados duradouros. (Hb 12.11) Disciplina não é primeiramente castigo físico, mas, impor restrições, é ensinar a obediência, imprimindo na criança o conceito de que na vida não podemos fazer somente o que queremos, que existem regras a serem cumpridas. (Pv 29.15) Os pais não devem explorar o trabalho das crianças em detrimento dos estudos, que merecem prioridade. O uso indiscriminado da TV e de outras formas de diversão poderá trazer graves consequências para a formação da criança.

II – COMPETÊNCIA E RESPONSABILIDADE DOS PAIS
Deus espera que a família seja um instrumento de benção para a igreja e para o mundo através dos filhos criados para Deus. Os filhos educados no caminho do Senhor podem aprender a adorar desde a infância como Samuel. (I Sm 2.18)

1. Educando pessoalmente
Aqui está o que já mencionamos na introdução que muitos pais na atualidade têm deixado essa tarefa para a escola ou igreja e causado extremo crescimento da delinquência juvenil. A igreja deve dispor de bons orientadores, professores de escolas dominicais, dirigentes de Culto Infantil, a fim de auxiliar na educação de nossas crianças, mas esta não é uma responsabilidade da igreja e sim dos pais que são constituídos por Deus para pessoalmente criarem os filhos na doutrina e admoestação do Senhor. Os pais devem sentir-se honrados em cuidar do bem estar espiritual dos filhos e levá-los ao real relacionamento com Deus. (Dt 6.7) O objetivo da educação dada pelos pais deve ser, temer ao Senhor e andar nos seus caminhos, amá-lo, ser-lhe grato e servi-lo com inteireza de coração. A negligência dos pais quanto ao ensino pessoal aos filhos, poderá trazer danos irreparáveis.
Lemos em Deuteronômio 6.4-7: “Ouve, ó Israel; o Senhor nosso Deus é o único Senhor. Senhor. Amarás, pois, ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todas as tuas forças. E estas palavras, que hoje te ordeno, estarão no teu coração; e as ensinarás a teus filhos, e delas falarás sentado em tua casa e andando pelo caminho, ao deitar-te e ao levantar-te”. Estas palavras deveriam ser inculcadas aos filhos, assentado em casa, andando, deitando, levantando. Inculcar nos dicionários da língua portuguesa significa repetir muitas vezes para imprimir no espírito (Aurélio, Michaelis). A palavra hebraica traduzida aqui por inculcar (ou ensinar, intimar) é LAMAD, e é uma palavra de grande abrangência, e representa muito bem o processo de ensino e aprendizagem que Deus estabeleceu para os país e filhos. Lamad, traduzida por inculcar, pode ser definida como: "Cortar" a mente; é a idéia de uma navalha afiada formando um canal (sulco) na mente e produzindo por meio desta incisão um padrão de pensamento. Formar um estilo de vida, ou uma maneira de viver. Temos aqui portanto, dois aspectos:o aspecto interno, relacionado com o ensinar, que é o "cortar", marcar, criar um caminho que produz padrões e estruturas de pensamento, e o aspecto externo, a consequência disto, que nos fala da aprendizagem, que é um estilo de vida, ou uma maneira de viver. Temos que considerar que a mente da criança, em sua formação natural, desde o seu nascimento, deixada por si só, irá produzir padrões de pensamento pecaminosos. Basta observar que não é necessário ensinar uma criança a mentir ou desobedecer. Para que ensinemos uma criança biblicamente temos que cortar estes padrões de pensamentos errados, e redirecioná-los. E isto tem qual o propósito? Produzir uma mudança no estilo de vida, uma mudança no caráter. A ferramenta adequada para cortar, e produzir este estilo de vida é a palavra de Deus. A palavra de Deus é como uma espada (Hb 4:12 "Porque a palavra de Deus é viva, e eficaz, e mais cortante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até ao ponto de dividir alma e espírito, juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e propósitos do coração."), que corta os padrões errados e estabelece novos, Ela é o poder de Deus para renovar as mentes, para produzir um novo caminho, e padrões de pensamentos corretos, que irão produzir vida abundante, saúde, alegria, satisfação, frutos, etc.
Esta herança teológica dos hebreus deveria ser ensinada em casa, pelos pais. Eles deveriam falar aos filhos, em casa, no campo, na rua, em todo momento. O judaísmo sobreviveu em culturas hostis, sem templo (não tem seu templo desde o ano 70), em muitos lugares sem sinagogas e sem mestres de religião. Tem sobrevivido porque é uma religião ensinada em casa. A concepção é que a fé é uma herança familiar, um tesouro que os pais transmitem aos filhos. Portanto, ensinar e aprender é algo RELACIONAL e PESSOAL, e não técnico e informativo. Ensinar e aprender envolve obrigatoriamente um relacionamento pessoal.


2. Educando com o exemplo
A influência espiritual dos pais é fundamental para levar os filhos a Cristo, pelo exemplo de fé e obediência a Deus. (1 Co 7.14). Deus tinha um plano para Abraão que se perpetuaria na sua descendência, mas para isso ele assumiu o compromisso de conduzir os filhos no caminho do Senhor. (Gn 18.19). Um outro personagem bíblico que nos chama a atenção é Noé, que a despeito de ter vivido em meio a uma geração corrupta, que zombou e desacreditou de sua mensagem, não permitiu que influenciassem seus filhos que entraram na arca, com suas respectivas esposas. Nossos filhos poderão não entender o que falamos, mas certamente aprenderão a fazer o que fazemos (Pv. 22:6).

3. Educando com amor
Em Ef 6.4 encontramos orientação para educar os filhos com amor; produzindo neles a consciência de que o pai corrige o filho a quem ama, e que o faz em obediência a mandamento divino. De acordo com Deus não devemos provoca-los à ira, levando-os ao assombro como fazem alguns. Cria-los na disciplina e admoestação do Senhor, sem condescender com seus erros, quer dizer que a educação deve ser objeto do maior cuidado dos pais, ensinando o que é útil para esta vida e proveitoso para a eternidade. Ensina a criança no caminho em que deve andar, e, ainda quando for velho, não se desviará dele. (Pv 22.6)

4. Educando à luz da palavra de Deus
Há um número considerável de jovens e adolescentes, que embora nascido num lar cristão, jamais passaram pelo batismo em águas. Provavelmente seus pais não os ensinaram a esse respeito à luz da palavra de Deus. Ensinar os filhos com base nas verdades bíblicas é o princípio sagrado para que aprendam desde cedo, que nesta terra são forasteiros, mas seu verdadeiro lar e herança está no céu. Cedo devem aprender as doutrinas básicas da fé cristã, tendo consciência do estado de pecado original, e a redenção através de Cristo. (Mt 19.14) Experimentando o batismo nas águas e a presença do Espírito Santo.

III - ATÉ ONDE VAI A RESPONSABILIDADE DA IGREJA NA EDUCAÇÃO DO MEU FILHO?
A) O PAPEL DA IGREJA
A igreja não substitui a família, mas suplementa-a. Pode ser uma aliada do lar na tarefa de evangelizar os filhos. Entre a igreja e o lar não deve haver uma relação de um substituir o outro, mas de os dois se complementarem. Neste sentido, uma das áreas em que mais temos que investir na igreja é no trabalho com crianças e adolescentes, no treinamento e sustento de pessoas para estas atividades, e na estruturação do trabalho de forma eficiente. Considerando estas coisas, desejamos apontar seis sugestões para compatibilizarmos as forças igreja e lar, na educação cristã de nossos filhos.
1) Faça o culto doméstico, mas não centre tudo nele. Seu valor não pode ser minimizado, mas não deve ser absolutizado. Para não se tornar mais um culto desinteressante para a criança, como já pode ser desmotivado, para ela, o culto na igreja dos adultos.
2) Mostre que você leva o evangelho a sério. Valorize os padrões do evangelho. Ter um comportamento santo na igreja um ante cristão em casa não ajuda muito. A criança nos ver como espelho, e nos imita. Viva o evangelho em casa. Isto não significa cantar hinos o dia todo nem ler a Bíblia vinte e quatro horas por dia. Significa ser coerente. Seja cristão no trato com o cônjuge, no trato com os próprios filhos, nos negócios. Devemos ser íntegros. Integridade não significa ausência de falhas. Significa ausência de brechas. A pessoa é compacta, é coerente. Seja coerente.
3) Mostre que você leva a igreja a sério. Há pais com freqüências irregulares à igreja. São assistentes episódicos de cultos, sem se engajarem nas atividades que as crianças executam nos trabalhos que são realizados para sua faixa etária tais como: Escola Dominical, Culto Infantil, Circulo de Oração e Conjunto, e na vida da igreja como um todo. Mas fazem questão que os filhos vão. Quando a criança se tornar adolescente e desejar se mostrar como adulta, imitará seu comportamento.
4) Não trate das falhas dos outros na frente dos filhos. A figura do pastor, da professora da EBD, de algum líder que a criança passa a admirar, é demolida. Isto é desastroso. Não ataque a reputação dos outros. Seja cuidadoso com seus conceitos.
5) Ore pelos filhos. Lemos em Jó 1.5: “E sucedia que, tendo decorrido o turno de dias de seus banquetes, enviava Jó e os santificava; e, levantando-se de madrugada, oferecia holocaustos segundo o número de todos eles; pois dizia Jó: Talvez meus filhos tenham pecado, e blasfemado de Deus no seu coração. Assim o fazia Jó continuamente”. Jó era o sacerdote dos filhos. Intercedia por eles todos os dias. Há pais que são delegados, censores, inspetores, mas não intercessores. São tudo, mas não são evangelistas. Você ora pelos seus filhos? Ter um filho é muito bom. Mas é um peso. Não de dor; de glória, mas é peso. Candidatos a pais devem saber que nunca mais serão as mesmas pessoas. Terão alegrias com os filhos, mas chorarão com eles e por eles, sofrerão com eles e por eles. E nunca, mas nunca mesmo, poderão deixar de orar por eles. Filhos não são bichinhos de estimação. São pedaços nossos, fora de nós, que não podemos controlar e que doem mais em nós que a parte que está em nós. Sustente seus filhos em oração.
6) ) Dê bons materiais evangélicos a seus filhos, principalmente a Bíblia, que é o mais apto e o melhor livro. Spurgeon em seu livro Pescadores de Crianças diz: “Precisa ser dada às nossas crianças, e aceita por nós, como sendo a revelação do Santíssimo Deus. Coloque bastante ênfase sobre isso; diga a seus filhos que a Palavra do Senhor é uma Palavra pura, "como prata purificada num forno de terra, sete vezes refinada”. Faça com que sua estima pelo Livro de Deus seja levada ao mais alto ponto” Para muitas famílias a televisão é a babá de seus filhos. Televisão é uma mediocridade terrível. Quando pensamos que chegou ao fundo do poço, ela consegue descer mais. Filmar suicídio ao vivo... Vale tudo em busca de audiência. Mas é este lixo a que submetemos nossos filhos. “Em certo sentido, a mídia como um todo, na realidade, acelera o processo de crescimento. As crianças hoje tornam-se familiares ao estilo adulto, ao seu tipo de entretenimento, linguagem, comportamento sexual, independência e cinismo mais cedo que seus pais e avós. Em vez de permitir que seus filhos recebam conceitos e uma filosofia de vida que ainda não estão capazes de filtrar e, assim, assimilam acriticamente, dê-lhe coisas boas para ler. Mas leia. Há livros, revistas, cedês que têm mensagem. Cultive você as coisas boas e reparta-as com seus filhos. Participe da educação deles, em vez de entregá-la aos outros ou a máquinas.


CONSIDERAÇÕES FINAIS
Como sempre, há mais coisas que poderiam ser ditas. Estas não bastam, mas deve haver um limite. Desejamos que algo ficou bem claro: a educação repousa sobre os pais. Os pais são os maiores responsáveis pela formação dos filhos. “Que nenhum dos pais cristãos caia na ilusão de que a Escola Dominical vise aliviá-los de seus deveres pessoais. A condição primária e mais natural das coisas é que os pais cristãos eduquem suas próprias crianças no nutrimento e na admoestação do Senhor”. (C.H. Spurgeon pg. 23). Não é a “tia” na escola ou na igreja. Não é o pastor nem o louvor que vão segurar nossos filhos na igreja. Eles permanecerão na igreja e na fé se aprenderem de nós que a relação com Cristo é vivencial, passional, e não formal. Não podemos deixar que eles vejam a igreja como entretenimentos assim o perderemos, pois há entretenimentos mais empolgantes para adolescentes. Que eles vejam que a igreja tem valor para nós, e é para nós o melhor lugar do mundo. Que percebam na nossa vida as marcas de um caráter cristão, e que estamos dispostos a viver, lutar e sofrer pela nossa fé. Como vimos, a educação dos filhos é mais importante do que a maioria de nós temos pensado, mas Deus por sua infinita graça tem procurado nos desafiar a uma atenção mais acurada para esse fim, pois, no contexto em que vivemos onde os padrões da moralidade e do respeito ao próximo, tem decaído cada vez mais, faz-se necessário investir na formação de uma geração futura totalmente revestida de um caráter cristão e de uma personalidade verdadeiramente íntegra.

Questões Reflexiva:

Até onde vai a responsabilidade na igreja na educação do meu filho? Não devemos mais fazer esta pergunta. A partir de hoje devemos nós perguntar:

1. O que eu faço para que meus filhos sejam cristãos autênticos?
2. Que atenção tenho dado à educação de meus filhos?
3. Será que a Igreja deve fazer por mim, o que Deus me designou?
4. E quanto a Palavra de Deus, tenho procurado usá-la na educação de meus filhos?


REFERENCIAS

BIBLIA SAGRADA – Estudo Pentescostal -

C.H. SPURGEON - Pescadores de Criança – Orientação prática para falar de Jesus às crianças – Editora:Shedd

A Educação dos Filhos – Disponivel em: http://www.ejesus.com.br/exibe.asp?id=152- Acessado em: 19/07/2010

Igreja, Escola E Família – Uma Aliança Estratégica Para O Reino De Deus – Disponível em:
http://www.estudobiblico.com.br/educacaoporprincipios/educacaoporprincipios.htm# - Acessado em: 20/07/2010

Educação das crianças – Disponível em: http://malucoporjesus.wordpress.com/2010/07/16/educacao-das-criancas/- acessado em: 22/07/2010


LISTA DE VERSICULOS BÍBLICOS QUE NOS FAZ PRESTAR ATENÇÃO NO VALOR DA EDUCAÇÃO DAS CRIANÇAS DESDE CEDO.
Provérbios 22:6
“Instrui o menino no caminho em que deve andar, e até quando envelhecer não se desviará dele.”
Que espera Deus dos pais enquanto eles educam os seus filhos?
Os pais devem ser um exemplo piedoso em palavras e ações.

Deuteronómio 6:6-7
“E estas palavras, que hoje te ordeno, estarão no teu coração; e as ensinarás a teus filhos, e delas falarás sentado em tua casa e andando pelo caminho, ao deitar-te e ao levantar-te.”
Deus quer que os pais sejam pacientes.

Colossenses 3:21
“Vós, pais, não irriteis a vossos filhos, para que não fiquem desanimados.”
Que espera Deus de uma mãe?

Provérbios 31:26
“Abre a sua boca com sabedoria, e o ensino da benevolência está na sua língua.”
A disciplina é uma expressão do amor da parte dos pais.

Provérbios 13:24
“Aquele que poupa a vara aborrece a seu filho; mas quem o ama, a seu tempo o castiga.”
A correção firme e afável ajuda as crianças a compreender.

Provérbios 29:15
“A vara e a repreensão dão sabedoria; mas a criança entregue a si mesma envergonha a sua mãe.”
O propósito da disciplina é para ajudar as crianças a atingir maturidade, não para enfurecê-los.

Efésios 6:4
“E vós, pais, não provoqueis à ira vossos filhos, mas criai-os na disciplina e admoestação do Senhor.”
Muitas vezes, as crianças pagam as consequências dos pecados dos pais.

Êxodo 34:7
“Que usa de beneficência com milhares; que perdoa a iniqüidade, a transgressão e o pecado; que de maneira alguma terá por inocente o culpado; que visita a iniqüidade dos pais sobre os filhos e sobre os filhos dos filhos até a terceira e quarta geração.”
Como quer Deus que os filhos se comportem?

Efésios 6:1
“Vós, filhos, sede obedientes a vossos pais no Senhor, porque isto é justo.”

RESUMO DA PALESTRA PARA ENTREGAR AOS PRESENTES

Congregação da Igreja Evangélica Assembleia de Deus – Torre
Departamento Infanto Juvenil da Escola Dominical – Data 01/08/2010
Palestra: O papel da família, e da igreja na formação cristã das crianças
Ministrante: Jonatas Jacome –

I – A RESPONSABILIDADE DA FAMÍLIA NA FORMAÇÃO DA CRIANÇA

1) FORMANDO A PERSONALIDADE
A) SOCIAL
B) MORAL
C) INTELECTUAL
D) FORMAÇÃO CRISTÃ
II – VALE A PENA ENSINAR CRIANÇA TÃO PEQUENA POR QUÊ? PV. 22:6
III – OS PAIS SÃO OS MAIORES RESPONSÁVEIS PELA EDUCAÇÃO CRISTÃ DOS FILHOS. ISTO É UMA ORDEM DIVINA - Dt. 6:6,7
IV – DEVEMOS CUIDAR DAS CRIANÇAS PARA DEUS, PORQUE ELAS PERTENCEM A ELE. “Os filhos são herança do Senhor.” (Salmos 127:3)
V – O PAI É O SACERDOTE DO LAR, ASSIM COMO O PASTOR É DA IGREJA. JÓ 1.5
VI – A ABORDAGEM BÍBLICA QUE DEUS ORDENA PARA QUE OS PAIS TENHAM COM SEUS FILHOS – O DIALOGO – Dt 6:20,21
VII – A IGREJA, PARCEIRA DA FAMÍLIA NA FORMAÇÃO CRISTÃ DA CRIANÇA
A igreja não substitui a família, mas suplementa-a. Pode ser uma aliada do lar na tarefa de evangelizar os filhos. Entre a igreja e o lar não deve haver uma relação de um substituir o outro, mas de os dois se complementarem. Neste sentido, uma das áreas em que mais temos que investir na igreja é no trabalho com crianças e adolescentes, no treinamento e sustento de pessoas para estas atividades, e na estruturação do trabalho de forma eficiente.
VIII – “As crianças precisam mais de exemplos do que de conselhos.” Os conselhos são importantes quando eles vem de pessoas que põe em prática aquilo que fala. Que o Senhor nos livre de fazer conforme esse provérbio do mundo. “Faça o que eu digo e não faça o que eu faço.”

CONCLUSÃO
Como sempre, há mais coisas que poderiam ser ditas. Estas não bastam, mas deve haver um limite. Desejamos que algo tenha ficado bem claro: a educação repousa sobre os pais, e sobre a igreja o suplemento familiar. Os pais são os maiores responsáveis pela formação dos filhos. “Que nenhum dos pais cristãos caia na ilusão de que a Escola Dominical, ou qualquer outro trabalho infantil na igreja, vise aliviá-los de seus deveres pessoais. A condição primária e mais natural das coisas é que os pais cristãos eduquem suas próprias crianças no nutrimento e na admoestação do Senhor”. No livro Pescadores de Crianças pg.23 C.H. Spurgeon diz: “Não é a “tia” na escola ou na igreja. Não é o pastor nem o louvor que vão segurar nossos filhos na igreja. Eles permanecerão na igreja e na fé se aprenderem de nós que a relação com Cristo é vivencial, passional, e não formal”. Não podemos deixar que eles vejam a igreja como entretenimentos assim o perderemos, pois há entretenimentos mais empolgantes para as crianças, os adolescentes e os jovens no mundo. Que eles vejam que a igreja tem valor para nós, e é para nós o melhor lugar do mundo. Que percebam na nossa vida as marcas de um caráter cristão, e que estamos dispostos a viver, lutar e sofrer pela nossa fé.
Como vimos, a educação dos filhos é mais importante do que a maioria de nós temos pensado, mas Deus por sua infinita graça tem procurado nos desafiar a uma atenção mais cautelosa para esse fim, pois, no contexto em que vivemos onde os padrões da moralidade e do respeito ao próximo, tem decaído cada vez mais, faz-se necessário, que tanto a família, como a igreja deve investir na formação de uma geração futura, para que ela seja totalmente revestida de um caráter cristão e de uma personalidade verdadeiramente íntegra.
Questões Reflexivas:
Até onde vai a responsabilidade na igreja na educação do meu filho? Não devemos mais fazer esta pergunta. A partir de hoje devemos nós perguntar:

1. O que eu faço para que meus filhos sejam cristãos autênticos?
2. Que atenção tenho dado à educação cristã de meus filhos?


SLIDE DE APRESENTAÇÃO DA PALESTRA




ATIVIDADE PARA DESENVOLVER COM ADOLESCENTE SOBRE DROGAS

Objetivo: Ofereceu informações básicas sobre o tema de prevenção ao uso indevido de drogas.
Duração: 40 m.
Material: Cartões informativos.
Desenvolvimento: Distribuição de cartões, alguns com respostas e outros com perguntas.
Procurar a pessoa que tem a ficha que complete o seu cartão (Resposta: Pergunta).
Apresentação das duplas e o instrutor vai completando as reformações.

CARTÕES _ PERGUNTAS E RESPOSTAS
1 _ O que são drogas?
R _ São produtos que o homem vem utilizando no decorrer da história para produzir alteração do seu humor, da sua mente e das suas sensações.
2 _ Que fatores interferem na qualidade e na intensidade das alterações psicológicas que as drogas causam?
R _ As alterações psicológicas variam de acordo com o tipo e a quantidade de droga, as características de quem as ingere, as expectativas que se tem sobre seus efeitos e o momento em que são ingeridas.
3 _ Que tipo de drogas existem?
R _ Existem as drogas lícitas (álcool, tabaco, chás, alguns medicamentos,...) e as ilícitas (maconha, cocaína, LSD, plantas alucinógenas...).
4 _ Em que grupos classificam-se as drogas?
R _ Em estimulantes, depressoras e perturbadoras.
5 _ Quais são os tipos de usuários de drogas?
R _ Usuário experimentador, eventual, habitual e o dependente químico.
6 _ O que caracteriza um usuário experimentador?
R _ É aquele que experimenta a droga e não se interessa em manter o uso.
7 _ O que caracteriza um usuário eventual?
R _ É aquele que faz uso da droga ocasionalmente. Continua sua vida, com suas atividades e de vez em quando faz uso da droga.
8 _ O que caracteriza um usuário habitual?
R _ É aquele que organiza suas atividades em torno do hábito de usar drogas.
9 _ O que caracteriza um usuário dependente?
R _ É aquele que usa a droga compulsivamente, sem controle psicossocial. A droga eleita passa a ser o eixo de sua vida.
10 _ O que causa a dependência química?
R _ A dependência química se instala pelo encontro de 3 fatores básicos: a personalidade da pessoa, o produto (droga) que a pessoa usa e o contexto social/familiar que ela está inserida.
11 _ Se as drogas fazem mal, por que as pessoas consomem?
R _ Os motivos variam de pessoa a pessoa: curiosidade, para esquecer problemas, frustrações ou insatisfação, insegurança e busca de prazer. Porém, alguns dos que iniciam o uso poderão se comprometer gravemente.
12 _ Quais são os fatores de risco para uso ou abuso de drogas?
R _ A desinformação, a saúde deficiente, insatisfação com a qualidade de vida, personalidade vulnerável e o fácil acesso às drogas.
13 _ O que significa Prevenção Primária?
R _ Define-se como prevenção dirigida ao início do processo, informando e educando sobre as questões relacionadas com o uso de drogas.
14 _ O que significa Prevenção Secundária?
R _ Significa a prevenção que trata de desenvolver ações que possam impedir a transição do uso ocasional ao uso habitual.
15 _ O que significa Prevenção Terciária?
R _ É um trabalho individual ou coletivo com o usuário no sentido de recupera-lo e de integra-lo ao meio social.
16 _ De que forma os jovens podem participar de uma Prevenção ao uso indevido de drogas?
Observação: Esta resposta é para todos os participantes responderem em subgrupos ou individualmente, formando uma rede de ações preventivas que podem ser realizadas pelos jovens.

Palestra sobre Drogas
Tema: DROGAS! ISSO NÃO, ENTRA NO MEU CORAÇÃO
Data: 10/10/2011 – Horário: Manhã
Loca: Escola Municipal Ministro José Américo de Almeida
Bairro: José Américo – Contato: Wendell Santos
Facilitadora: Lúcia Veríssimo Monteiro
Roteiro
Apresentação
Breve conversa informal
Música: Droga, droga, não 2x
Droga, droga, droga, não
Isso não entra no meu coração
Amor, amorzinho, amorzão 2x
Amor, amorinho, amorzinho, amorzão. Isso sim entra no meu coração.
Drogas não!!!
Distribuição dos cartões informativos para atividade e orientações
Apresentação dos vídeos: antes e depois das drogas
Dinâmica de encerramento: ritual
Oração
Distribuição das revistas da Amme Evangeliza



O RITUAL
Objetivo: Refletir sobre o ritual de uso de drogas e os aspectos sedutores envolvidos.
Duração: 10 minutos.

Material: Sala ampla, aparelho de som, prato, CD ou pen drive, balas e música: "Pour Elise" (instrumental) ou qualquer outra música instrumental.
Desenvolvimento:
O facilitador solicita aos participantes que se coloquem no canto da sala, de pé e em círculo.
Diz que vai lhes ensinar uma coreografia e necessita de ajuda dos mesmos para o aprendizado.
Explicação de coreografia: Dois passos para a direita, um para a esquerda, dois para a direita, abaixou e levantou. Após repetir várias vezes, pergunta se aprenderam.
A seguir, solicita aos participantes que façam a coreografia com música.
O grupo iniciará a coreografia, seguindo a cadência da música, repetindo até finalizar o som.
Enquanto ocorre a coreografia, o facilitador distribui uma bala (jujuba), que está previamente desenrolada e sobre um prato, para cada um dos participantes. Os participantes, desviando a atenção da coreografia, pegarão as balas. O facilitador, após alguns segundos, irá sugerir ao grupo a trocarem de bala com o companheiro. Parar o jogo.

Observar:
Alguns participantes não pegam a bala.
Outros esquecem a coreografia e saem atrás da bala, que está no prato, na mão do facilitador.
Alguns trocam de bala com a maior facilidade.
Envolvimento com a coreografia, compromisso de acertar e aceitar.
Facilidades de aceitação da bala.
Sugestões para reflexão:
Ter o cuidado para que não seja obrigatória a troca de bala.
Usar balas tipo jujuba.
Encorajar um pensamento cuidadoso a respeito dos riscos de cair no ritual da droga, e a ligação entre os perigos de se aprofundar em nos diversos tipos de droga, que na loucura normalmente fazem o ritual da troca de seringas e podem contrair a AIDS, tendo entre eles alguém contaminado.


Como falar sobre drogas com crianças?

O consumo crescente de crack noticiado todos os dias serve de alerta para os pais, mas cria também uma dúvida sobre o melhor momento para orientar os filhos.
Especialistas concordam que a prevenção é (ainda mais em relação ao crack) praticamente a única forma de evitar que a droga se torne um problema mais à frente. O major e coordenador do Programa Educacional de Resistência às Drogas (Proerd) de Joinville, Giovani Fachini, diz que crianças pequenas precisam receber informações de forma mais lúdica, com teatro, fantoches ou historinhas. Para Fachini, acima dos dez anos, as crianças já têm algum discernimento para papos mais sérios. “Não se pode puxar assunto durante o almoço, porque a criança não vai dar atenção. Tem que ser um momento adequado, como a chamada de uma campanha ou uma reportagem na TV”, diz.
Para abordar o tema, os pais podem perguntar o que o filho acha do assunto. Se ouvir palavras positivas ou de brincadeira, pode rebater, dizendo que não é bem assim. “Falar a verdade é essencial”, destaca. Se a criança perguntar se o pai já usou drogas, ele tem que ser sincero e falar de drogas lícitas e ilícitas. Outro ponto importante: o pai tem de pensar bem ao escolher um filme, livro ou site para abordar o tema com os filhos. “Tem situações em que o que era para ser crítica tem efeito contrário. Como em Cidade de Deus, em que o Zé Pequeno (traficante e assassino no filme) virou herói, ícone”, ressalta Ney Westrupp, facilitador de um projeto de prevenção ao uso de drogas.
Para o psicólogo Álvaro de Aguiar, além de falar, é preciso dar o exemplo. “Se os pais bebem álcool ou fumam, irão falar com que moral?”, indaga.
fonte: A Notícia (SC)(Por: Valeska Andrade)