Responsabilidade dos país

RESPONSABILIDADE DOS PAIS: "Educa a criança no caminho em que deve andar; e até quando envelhecer não se desviará dele."(Provérbios 22.6)

TAREFA DOS FILHOS: VÓS, filhos, sede obedientes a vossos pais no Senhor, porque isto é justo. (Efésios 6.1)

FAMILIA

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HISTÓRIA INFANTIL

O Patinho amarelinho

Era uma vez um lindo patinho amarelo.
Um dia ele saiu de casa bem cedinho e foi passear pela estrada.
A manhã estava clara, o céu azul e havia muitos animaizinhos passeando.
Não tinha ainda dado muitos passos e viu um gato engraçadinho.
O gato que era muito bem educado, cumprimentou-o assim:
- Miau, miau!
O patinho ficou encantado e disse:
- Oh! Que modo bonito de falar tu tens, Sr. Gatinho. Quem me dera falar assim !
- É muito fácil, patinho, respondeu o gato. Vamos experimentar?
O patinho experimentou dizer "miau". Não conseguiu. Experimentou de novo, experimentou muitas vezes! Foi impossível!
Então disse:
- É muito difícil, Sr. Gatinho! Isto não é conversa para patinhos! Despediu-se do gato e continuou a passear.
Foi andando, andando e encontrou-se com Dona Galinha Cacarijó.
- Có, có, có, disse Dona galinha.
O patinho ficou encantado:
- Oh! Que modo bonito de falar a senhora tem, Dona Galinha!
- Experimenta falar assim, patinho.
O patinho tentou imitar Dona Galinha. Fez tudo que pode e nada conseguiu. Depois de algum tempo, já bem desanimado, disse:
- Muito obrigado pela ajuda, Dona galinha, mas isto é muito difícil para patinhos.
Despediu-se da Dona Galinha e continuou o seu caminho. Andou, andou e entrou na mata. De repente, ouviu a voz mais linda do mundo:
- Piu, piu, piu!...
- O patinho ficou encantado!
Olhou para cima e lá estava, no galho da árvore, um lindo passarinho de penas coloridas.
- Que modo de falar bonito tu tens, passarinho! Quem me dera falar como tu!
- Experimenta, patinho! Experimenta falar assim!
O patinho abriu o bico. Fez tudo que pôde para dizer "piu, piu, piu!". Foi impossível. Já estava desanimado. Despediu-se e voltou triste para casa.
No meio do caminho encontrou Dona Pata.
- Quá, quá, quá, disse a pata.
- Oh! mãe, disse o patinho. Será que posso falar como a senhora?
- Experimenta, filhinho, experimenta...
O patinho abriu o bico. Que vontade de falar como a mãe! E se não conseguisse?...
Não falou como gato, nem como galinha, nem como passarinho.
Será que poderia falar como pato? Fez um esforço, e...
- Quá, quá, quá...
- Muito bem, filhinho ! disse-lhe a mãe , toda feliz.
O Patinho ficou alegre, muito alegre.
Depois, juntinho com a mãe, voltou para casa e a todo instante, abria o bico para dizer mais uma vez:
- Quá, quá, quá...



Histórias evangelísticas!!!
PIPOCA, O PEIXINHO ENCRENQUEIRO

FIGURA 1Era uma vez um peixinho que se chamava Pipoca. Ele tinha esse nome porque aonde ele ia estourava uma confusão. Sabe por que? Ele era muito fofoqueiro. Vivia inventando umas “mentirinhas” a respeito dos outros peixinhos.No recife, onde ele e os outros peixinhos moravam, era um lugar muito bonito. A água era tão limpinha que lá de baixo dava pra ver o céu. Tinha muitos corais, plantinhas e muita comida pra alimentar todos os peixinhos. Era o local preferido da maioria dos peixes.Pipoca não gostava, ele ficava com raiva e vivia reclamando:- Esse lugar está muito cheio. Não dá nem para nadar. Porque todo mundo tem que vir pra cá?

FIGURA 2Splash, um peixinho que passava na hora, ouviu Pipoca reclamar e disse:- Pipoca, aqui é seguro, não tem pescadores, tem muita comida pra todos, não tem poluição, por isso a maioria dos peixes vive aqui.Pipoca respondeu:- Ah não dá, ta muito cheio, procurem outro lugar.- Não Pipoca, como diz o ditado – “os incomodados que se retirem”, o mar é nosso também. Procure você outro lugar para morar.Pipoca ficou vermelho de raiva, ele pensou:…È assim né, procurar outro lugar. Eu cheguei aqui primeiro, então esse lugar é meu! Já sei o que vou fazer para esvaziar o recife. Vou inventar umas mentirinhas e logo todos os peixes vão se zangar uns com os outros e vão embora.

FIGURA 3E assim ele começou…Procurou o camarão e disse:- Sabe camarão, estou muito triste.- Por que, disse o camarão.- O baiacu falou que você é muito feio, tem uns bigodes enormes e parece uma pimenta, de tão vermelho.- O camarão ficou muito irritado e foi tirar satisfação com o baiacu.

FIGURA 4- Pipoca foi correndo até o baiacu para provocá-lo também.- Sabe Baiacu, estou muito, muito triste.- Por que Pipoca. O que está acontecendo?- É o Camarão.- O que houve com o Camarão, ele é meu amigo.- Amigo?! Se aquilo é amigo, você não precisa de inimigo.- Por que está dizendo isso Pipoca?- Sabe como é, eu não gosto de fofoca, mas não agüento ver uma injustiça.- Diga logo, Pipoca.- È que o Camarão disse que você é espinhudo e quando infla, fica parecendo uma baleia de tão gordo.- Ah é! Mas o Camarão parecia tão meu amigo, falando umas coisas dessas a meu respeito? Vou tirar satisfação com ele.E foi…

FIGURA 5Pipoca ficou rindo… Estou conseguindo.Quando o Camarão e o Baiacu se encontraram foi a maior confusão!Eles discutiram muito, pois já estavam zangados, e um não deixava o outro falar. Foi a maior briga.Pipoca ficava de longe, só rindo da confusão.E assim foi… Pipoca foi inventando mentiras sobre os peixinhos do lugar e ia soltando seu veneno. Os peixes, ingênuos, acreditavam em sua estória, acabavam brigando uns com os outros, brigavam e iam embora para outro lugar.

FIGURA 6A confusão foi tão grande que o lugar foi ficando vazio, vazio. Splash tomou um susto, ele estava viajando por outras águas, quando voltou ao recife, ele estava vazio, só Pipoca estava lá.Ele pensou… o que está acontecendo este lugar é tão movimentado, tão alegre, cheio de vida, está tão triste. Aí ele viu Pipoca nadando, nadando, todo alegre.- Pipoca, onde estão os outros peixes? O que aconteceu? Os pescadores descobriram o nosso refúgio?- Ah, não sei não, os peixes resolveram se mudar pra outro lugar.- Por que? Disse Splash.- Ah não sei! Eles arrumaram uma confusão, brigaram e cada um foi prá um lado.- Porque só você ficou aqui Pipoca?- Ora, aqui é a minha casa, meu lugar, é aqui que eu devo ficar.- Por que os peixes brigaram, eram tão unidos, tão amigos?- Umas fofocas que inventaram por aí, e eles acreditaram.- Fofocas, que fofocas, quem inventou isso? E a seu respeito, ninguém disse nada?Splash, começou a desconfiar de Pipoca.- A meu respeito, bem, é, quer dizer, hum, eu não sou bobo, não acredito em qualquer coisa.- Ah é! E sobre aquela estória que você andava reclamando que o recife estava muito cheio?- Splash, que era um peixinho muito inteligente, começou a apertar Pipoca com tantas perguntas, ele sabia que tinha alguma coisa errada.- Pipoca, que tinha a língua solta, não agüentou e disse:- Ta bom, eu confesso fui eu que inventei as fofocas. Mas não me arrependo, o recife ficou do jeito que eu queria, bem vazio e sossegado.- Splash, responde:- Ah é, então fique com o recife todo prá você, porque eu também vou para outro lugar, vou procurar os meus amigos, fique aí sozinho, do jeito que você queria.

FIGURA 7- Vai mesmo, eu não preciso de ninguém, posso viver aqui sozinho, vai mesmo, tchau!Só que Pipoca achou que poderia viver sozinho. Sem ninguém para brincar, estudar, conversar. Passava todos os dias ali sozinho, nadando de um lado para o outro. Sem nada para fazer.- Que coisa chata, eu não tenho ninguém para brincar, não tenho ninguém para conversar, eu estou me sentindo tão sozinho. Buá….Buá…E começou a chorar, ele chorava tão alto que os outros peixinhos ficaram com muita pena dele. Apesar do que Pipoca tinha feito, eles mesmo assim o amavam e resolveram ver o que estava acontecendo.

FIGURA 8- Splash, que era tipo um líder, perguntou:- O que está acontecendo com você Pipoca, por que está chorando?- Eu me sinto tão só , eu não sabia que era tão ruim ficar sozinho, sem ninguém para brincar, conversar.- Ah então você não queria o recife todo para você?- Eu não quero mais, o recife não é só meu, eu quero os meus amigos de volta.- Então, peça desculpas a todos e diga que foi você que inventou todas aquelas mentiras.E assim foi, Pipoca pediu perdão a todos e disse que nunca mais faria aquilo, ele tinha aprendido a lição. Ninguém pode viver sozinho. Todos nós precisamos de alguém. Precisamos da mamãe, do papai, dos irmãos, do coleguinha, precisamos os irmãos da nossa igreja. E principalmente precisamos de JESUS CRISTO. Pois sem ele é muito difícil viver.“Oh quão bom e quão maravilhoso é viverem unidos os irmãos”! (Salmo 133:1)
OBS. Outros versículos poderão ser usados nesta história, conforme a necessidade e assunto de cada um.


História extraída do portal: http://sementinhakids.wordpress.com/recursos-2/historinhas-para-evangelizar/pipoca-o-peixinho-encrenqueiro/figura111/
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MÃE...A FLOR MAIS BELA DO MEU JARDIM.
                                                 DRAMATIZAÇÃO
NARRADOR: Era uma vez um jardim onde só existiam flores brancas.
Todos os dias uma linda camponesa, muito preocupada com a beleza do jardim, regava-o com carinho. Sem perceber, ela também regava uma sementinha que tinha um grande sonho:
SEMENTINHA: - Ah! Quando eu desabrochar quero ser a flor mais bela desse jardim!
NARRADOR: O tempo passou e aquela sementinha sonhadora tornou-se uma flor branquinha como as outras.
Muito observadora, a florzinha ouviu uma conversa muito estranha entre as outras flores.
FLORES: - Ah, já estou cansada de ser branca!
               - Eu também...
               - Eu também!
               - Já sei! Vamos ganhar o mundo e o colorido que nele existe?
          -Vamos!

NARRADOR: A primeira florzinha subiu o mais alto que pôde, chegou bem perto do Sol e de lá avistou lindas abelhinhas, todas bem amarelinhas e desejou também ser uma flor amarela.
(Dança o Maternal vestido de abelhinha)
NARRADOR: A  segunda florzinha foi parar em meio às matas lá encontrou grilos e ficou verdinha.
Já a terceira florzinha viu lindas joaninhas e escolheu ficar toda vermelhinha!
(Dança o Pré I representando os grilos e as joaninhas)
NARRADOR: A quarta florzinha, muito esperta, viu um belo arco-íris e, logo abaixo, notou que muitas borboletas e pássaros coloridos voavam. Encantada com tanta beleza resolveu que seria colorida como eles.
(Dança o Pré II representando os pássaros e as borboletas)
NARRADOR: Como o cair da noite, a quinta florzinha maravilhou-se com a cor negra que a acompanhava e com as reluzentes estrelas. Resolveu então, pegar o brilho das estrelas e resplandecer como elas.
(Dança o Pré III representando a noite e as estrelas)
NARRADOR: Depois que conseguiram ficar bem coloridas, as flores saltaram de alegria e para comemorar decidiram cantar e dançar junto aos jardineiros que trabalhavam ali perto.
(Dança o 1º ano representando as flores e os jardineiros)
NARRADOR: As flores belas e agora coloridas resolveram voltar para o jardim.
Assim que chegaram perceberam que ainda havia uma florzinha completamente branca, ela não procurou uma nova cor. Então, todas começaram a contar as aventuras que viveram em busca de cores novas para sua pétalas e iniciaram um monte de perguntas.
FLORES: - Por que você não foi junto com agente?
               - Foi tão legal!
               - Veja como estamos bonitas e bem coloridas!
FLOR BRANCA: - É realmente vocês estão lindas! Mas não me preocupo com as cores, o que eu mais queria era me tornar uma flor e isso eu já consegui!
NARRADOR: As outras flores acharam um absurdo e começaram a sussurrar, dizendo que aquela florzinha era muito sem graça.
De repente, um grande alvoroço aconteceu entre as flores coloridas.
FLORES: - Vamos fazer uma pose... Estamos recebendo uma visita!
NARRADOR: Sem nem ligar para a flor que ficou sozinha e triste, todas só queriam mostrar suas belas pétalas, pois a linda camponesa voltou ao jardim.
O que elas não sabiam era que a camponesa procura a flor exalava o mais doce perfume e que por ser totalmente branquinha se destacava em meio as coloridas.
CAMPONESA: - Nossa de onde vem este perfume?
                      - Já sei! Só poderia ser da única florzinha branca e linda que existe neste jardim.
                     - É dela que eu vou cuidar até o último suspiro.
NARRADOR: Entre tantas flores no jardim, Deus preferiu escolher você.
Ele não olhou para a sua cor, para a sua condição social. Mas tinha certeza que você semearia união, apoiaria o filho que desanimou, ensinaria o que é o amor.
Ele sabia que você daria aos outros alegria de viver.
Ele poderia escolher outra flor, mas preferiu contar com você pra ser a minha MÃE!
(Todas as crianças cantam a música Pensando em você)
                                                       
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DEUS É VIVO

Fig. 1

O dia estava lindo. O céu avermelhado do sol. Dentro desta casa bonita, estava ainda se espreguiçando na cama, o Pedrinho. Sua casa ficava num lugar afastado da cidade. Era muito bom morar ali.
__Levante, Pedrinho, vamos ao zoológico, disse o papai.
__Zoológico? Mas, papai, hoje é domingo, eu quero ir à Igreja. É tão bom lá! Eu gosto de cantar, de desenhar. Eu gosto das professoras. Eu não quero ir ao zoológico hoje, papai.
__Pedrinho, quem manda em casa sou eu. Você precisa passear também. Esse negócio de todos os domingos ir à Igreja não é certo. Apronte-se e vamos ao zoológico.
Dentro de meia hora, Pedrinho estava dando "até logo" para mamãe. Não demorou muito, com aquele dia maravilhoso, chegaram ao zoológico. Pedrinho estava triste, pensando na Igreja, na falta que ia levar e naquela hora ele orou: "Ó Deus, eu preferia estar na Tua casa, mas preciso obedecer ao papai. Faça com que papai também possa conhecer a Jesus Cristo e que sinta que só Tu és Deus. Em nome de Jesus, amém.”

Fig. 2

Era uma festa, o zoológico. Pedrinho viu elefante, leão, cegonha, e os macacos? Que engraçados! Pedrinho riu muito com eles.Comeu pipoca, tomou sorvete, chupou pirulito. Sentaram-se na grama para descansar, e ao mesmo tempo, olhar os patinhos tão lindos. Naquele dia, papai não teve pressa. Pedrinho já estava cansado. À tarde voltaram pra casa, no caminho de volta papai falou:
__Viu, não foi melhor do que ir à Igreja? Do que ficar trancado lá dentro? Você está corado, tomou sol!
__ Papai, estou com frio.
__Frio, com este calor?
Papai parou o carro. Pôs a mão na testa do menino e viu que ele estava com febre. E febre alta. Ligou o carro e foi voando pra casa. Pedrinho estava se sentindo muito mal. Cada vez pior. Quando chegou a casa, mamãe ficou aflita. Logo preparou a caminha e Pedrinho deitou.

Fig. 3

Chi! Silêncio. Ninguém fazia barulho. Mamãe deu um remédio para baixar a febre e esperou. O dia começou a ir embora. Foi ficando noite, a lua já apareceu e Pedrinho estava ficando pior. Mamãe falou ao papai:
__Vá até a vila e veja o médico que está lá. É melhor. Pedrinho está piorando.
Papai saiu correndo. Pegou o carro...

Fig. 4

••... E dentro de meia hora estava na Vila. Era noite, domingo, as placas estavam nas portas "Médico", mas ninguém atendia. E o tempo ia passando e seu filhinho cada vez pior. Viu uma casa muito linda e na porta: "Médico". Havia luz lá dentro da casa. Foi rápido. Tocou a campainha. O próprio médico atendeu. Papai explicou tudo e o próprio médico fez a receita.
__É preciso que o senhor vá imediatamente a uma farmácia. Depois de uma hora a febre deverá baixar. Se isso não acontecer, volte aqui. Mas é urgente.
O pai de Pedrinho saiu feito louco atrás de uma farmácia, não encontrou nenhuma aberta. Pegou o carro e foi mais longe. Parece que viu uma luz em uma delas. Foi até lá e bateu na porta de ferro desesperadamente. De dentro saiu o farmacêutico que já ia dormir.
__Depressa, faça esta receita pra mim. Meu filho está muito mal!
Papai sentou-se e ficou olhando o farmacêutico pegar os vidrinhos e aprontar os remédios. Assim que o farmacêutico lhe entregou, ele subiu no carro e saiu o mais depressa possível.
O farmacêutico abaixou a porta de ferro e, sonolento, foi fechar os vidros e guardá-los. Quando ele olhou o vidro aberto, ficou gelado de susto. Não podia acreditar no que via. Tinha pegado, diante de tanta pressa do pai do menino doente, um vidro errado. E ele preparou toda a receita com VENENO. O farmacêutico tornou a abrir a porta de ferro. Quem sabe o homem ainda estaria por ali. Mas qual nada, ele já ia longe! O menino iria tomar veneno e morrer!
O farmacêutico desesperado pensou: " O meu socorro vem do Senhor que fez o céu e a terra." Ajoelhou-se e orou:

Fig. 5

"Hó Deus! Eu vou matar um menino sem querer. Não sei como fui trocar os vidros! Hó Deus! Faça alguma coisa; não deixe o menino tomar aquele veneno. Em nome de Jesus, amém." Acabou de orar e ficou muito tempo ali, ajoelhado sem coragem de levantar.
Enquanto isso o papai ia correndo levando o remédio para casa.
Sentiu qualquer coisa estranha. Pneu furado!
__Essa não! Meu filho à morte e meu pneu vai furar logo agora?!
A noite ia alta. Ninguém na estrada. Tirou o paletó, desceu do carro e trocou o pneu. Estava frio. Tornou a pôr o paletó, mas sentiu qualquer coisa fria no peito. Não! Gritou. Não é possível! Que vou fazer?! O vidro de remédio que coloquei no bolso quebrou-se! Não! Gritou outra vez. Que perseguição! Olhou o vidro. Escorreu tudo. Não sobrou nada. Brava e resmungando, não teve outra coisa a fazer senão voltar para a farmácia. Foi a toda velocidade. Desceu do carro e bateu com toda força na porta. Mal bateu, o farmacêutico levantou. Tão rápido que o pai assustou-se.
__O senhor voltou. Deu o remédio ao menino?
__Não! Gritou o pai. O vidro quebrou-se.
O farmacêutico sentou-se no chão. Não podia nem parar de pé.
__Que foi? Anda! Eu quero outro remédio.
__Venha aqui. O senhor viu quando eu preparei o outro remédio, não viu? Pois leia o que está escrito aqui:_VENENO. Uma gota que seu filho tivesse tomado teria morrido. Eu fiquei até agora ajoelhado, pedindo a Deus que fizesse alguma coisa, mas que seu filho não tomasse o remédio.
O pai, incrédulo, sentou-se e disse:
__O vidro quebrou-se, Deus existe. Agora eu creio.
Rapidamente prepararam outra receita e foram embora. Foram, porque o farmacêutico quis ir junto.
Assim que chegaram o menino ainda muito mal, disse:
__Você chegou, papai! Demorou! Pedi a Deus que o guardasse. Papai ajoelhou-se junto à cama do filhinho e disse:

Fig. 6

__Meu filho, antes que você tome o remédio eu quero lhe dizer que agora eu creio em Deus, sei que Ele é real. Ele existe. Domingo vou com você à Igreja.
O menino sorriu, e fez também uma oração: "Obrigado, Ó Deus, porque Tu me ouviste".
O farmacêutico fez questão de dar o remédio ao Pedrinho. Ficaram esperando mais de uma hora. Logo algumas gotinhas de suor começaram a escorrer nas faces do doentinho. A febre baixava. Estava salvo.
Sabem? Domingo seguinte foram à Igreja, mamãe, Pedrinho e papai.
Deus é maravilhoso!


Kico O Ratinho
1) Kico era um ratinho órfão que morava num casarão abandonado. Seus pais haviam sido carregados por uma enchente, e desde então ele vivia sozinho.

2) Ele se alimentava roendo as páginas de alguns livros velhos que haviam sido deixados pelos antigos moradores daquele casarão. Mas, um dia ele enjoou de comer sempre a mesma coisa. Ele queria experimentar comidas novas, e mais gostosas. Então, Kico resolveu sair do casarão e, pelo olfato, acabou indo parar do próximo ao muro de um grande restaurante... O cheiro que vinha do outro lado do muro era delicioso... Ele estava com água na boca imaginando o que haveria de gostoso nas latas de lixo atrás do muro: restos de comidas diferentes, frutas, pedaços de toucinho, queijo... Que delícia!
Mas, por mais que Kico procurasse, não encontrava um modo de atravessar aquele muro tão alto.
E agora, o que fazer?

3) Foi quando apareceu um coelhinho, que foi logo se apresentando:
--- Olá! Meu nome é Pipoca. Qual é o seu nome? E por que você está tão triste?
--- Meu nome é Kico. Estou triste porque estou com muita fome, e sei que do outro lado do muro tem muita comida gostosa, mas eu simplesmente não consigo passar paro o outro lado, pois o muro é muito alto...
Pipoca pensou, pensou. E teve uma idéia!

4) --- Já sei! Faremos uma gangorra!
Vamos pegar um pedaço de madeira e colocar sobre esta pedra.
Você fica em uma ponta da madeira e eu pulo na outra ponta. O meu peso certamente vai lançar você sobre o muro, e você irá para o outro lado do muro.
E assim foi feito.
Quando Kico chegou do outro lado, ele ficou maravilhado! Era tanta comida gostosa, que ele não sabia nem por onde começar a comer! Beliscava uma coisa, roia outra...
“Este lugar é um paraíso!”, pensou ele!
Foi quando ele esutou um barulho.
Olhou para trás e viu...

5) Bem atrás dele estava um grande gato, o maior que Kico já tinha visto!
O gato pulou em cima dele tentando pegá-lo, mas Kico foi mais rápido e começou a correr!
Ele corria o mais depressa que podia, mas o gato era grande e rápido, e estava quase alcançando o pobre ratinho!
Kico já estava desesperado, achando que seria o seu fim.

6) Quando tudo parecia perdido, eis que o Kico vê uma pequena rachadura no muro, e mais que depressa, passa pelo buraco!
Kico estava salvo!
O buraco fora a “porta” pela qual ele pode escapar de uma morte certa e terrível!

7) Isto me lembra de uma outra “porta” que nos permite fugir de um terrível fim.
Na Bíblia, que é a Palavra de Deus, lá no livro de João 10: 09, Jesus disse assim: “Eu sou a porta; se alguém entrar por mim, salvar-se-á ...”.
E ainda em João 10:10: “Eu vim para que tenham vida, e a tenham com abundância.”.
Na verdade, todos somos pecadores, e estávamos condenados a uma terrível morte, uma eternidade sem Deus.
Mas nosso Deus, que nos ama muito, mandou o seu próprio Filho, Jesus Cristo, para se sacrificar por mim e por você.
Ele foi humilhado e morto numa cruz, porém ao terceiro dia ressuscitou.
Ele não tinha pecado, mas sofreu tudo isso por amor a nós.
E agora, todo aquele que reconhece o sacrifício de Jesus, e o aceita como seu Salvador, terá direito a vida eterna, a morar no céu com Deus.


MACAQUINHO SAI DAI
Fala: Toda noite o macaquinho passava para cama do pai macaco, e ficava mexendo para o canto, dando chute, sacudindo, e não deixava o pai macaco dormir.
Canta: Macaquinho sai daí, macaquinho sai daí. Você tem sua cama pra se deitar.
Papai macaco quer dormir por que você não volta pra lá? Por que você não volta pra lá?.

Fala: - Ah! Papai é que agora eu to sentindo assim, muito frio. Pai macaco cobriu o macaquinho com lençol, cobertor. - Estar bom agora? Agora esta, então eu vou pra minha cama esta bem quentinha, boa noite! Mas não demorando muito, lá estava o macaquinho acordando pai, e o pai novamente...
Canta: Macaquinho sai daí, macaquinho sai daí. Você tem sua cama para se deitar.
Papai macaco quer dormir por que você não volta pra lá? Por que você não volta pra lá?
-Ah! Pai é agora eu to sentindo muita fome! Pai macaco deu mamadeira para o macaquinho... Estar bom agora filho?Agora está, barrigão esta cheio. Boa noite papito! E voltava para caminha dele, mas não demorava muito, olha lá o macaquinho, o pai com sono uma paciêêência!...

Canta: Macaquinho sai daí, macaquinho sai daí. Você tem sua cama para se deitar.
Ou meu filho sai daí, ou meu filho sai daí.Você tem sua cama pra se deitar.
Papai macaco quer dormir por que você não volta pra lá? Por que você não volta pra lá?

Fala: -Ah! Papai é que agora eu to com vontade de fazer xixi. Cada dia era uma desculpa diferente. Medo, cama apertada, frio, calor, xixi e coco. Até que um dia o macaquinho falou a verdade, quando o pai macaco perguntou por que o filho passava sempre para a cama dele.
_ Estar bem pai, eu vou falar, eu to com vergonha, mas eu vou falar. Eu passo para sua cama, pai, porque eu sinto saudade de você. E então o pai macaco que era muito inteligente abraçou o seu filho macaquinho, e compreendeu tudo. E começou a chegar em casa todos os dias do trabalho e contar histórias, e saber noticias da escola, conversar, brincar com o macaquinho, ao invés de só ver televisão, ler jornal, computador essas coisas, né?.
Conclusão: O macaquinho ficou tão feliz que nunca mais passou pra cama do pai e o pai macaco nunca mais precisou cantar essa música...
Canta: Macaquinho sai daí, macaquinho sai daí você tem sua cama pra se deitar.
Ou meu filho sai daí, ou meu filho sai daí você tem sua cama pra se deitar.
Papai macaco quer dormir porque você não volta pra lá, porque você não volta pra lá.

FONTE: EXTRAÍDA DO YOU TUBE CONTADORA DE HISTORIA - BIA BEDRAN

OBS. ESSA HISTÓRIA USEI PARA O CURSO DE TREINAMENTO DO CCLIN
ROTEIRO DAS OFICINAS DE CONTAÇÃO DE HISTÓRIA -
Momento 1 - Ambientação para a contação da história.
Momento 2 - Contação da História.
Momento 4 - Apresentação da história construída.
Momento 5 - Em grupos, escolha e separação dos materiais utilizados para a
construção do brinquedo e planejamento dos procedimentos para a realização da atividade.
Momento 6 – Em grupos e individualmente, discussão e análises que promovam o processo de ensino-aprendizagem dos conhecimentos necessários para o desenvolvimento da atividade.
Momento 7 – Em grupos e individualmente, construção do brinquedo (aprendizagem de técnicas específicas de acordo com o material escolhido).


HISTÓRIA - MEU PAI ROBÔ

FIGURA 1
O professor que não teve pai, projetou durante anos um pai para ele, criando o pai robô.
-Nossa! Estou ansiosa para ver o pai robô do professor.
-Eu também, ele falou tanto desde o início do ano que não vejo a hora.
- Bom dia crianças!!! – Disse o professor
-Bom dia professor!!!
-Chegou o grande dia, hoje vocês conhecerão uma pessoa muito especial…tcham, tcham, tcham, tcham….aí está, o melhor pai do mundo, o meu papai, e ele pode tudo. –disse entusiasmado o professor.
-Oh!!! -disseram as crianças assombradas.
-E o que ele sabe fazer professor?
-Ele tem uma programação que permite muitas coisas, ele assiste TV comigo, me ajuda a lavar a louça, vejam que maravilha, tenho um pai que estará sempre comigo aonde eu for. Muito bem, vocês que tem um pai me digam o que ele deve fazer?
FIGURA 2
Os alunos levantavam a mão gritando: Eu, eu, eu ….
-Você Daniel o que gostaria de vê-lo fazer? –Perguntou o professor com ar de orgulho.
-Ele deve ajudar a arrumar a casa, tirar o pó por exemplo.
-Ok! Ok! Vamos lá. O professor programa o robô e o robô tira o pó da sala e as crianças vibram!
FIGURA 3
- Viram? O que mais, o que mais? Pode falar Ester!
- Ele tem que ser bom e dar abraços. –Respondeu Ester
-Venha cá Ester! -disse o professor- Vamos lá…( programa o robô ) …prontinho.
O robô dá um abraço muito apertado e desengonçado em Ester.
- ai..ai..ele tá me apertando!
O professor a ajuda.
-Mais alguns ajustes e este abraço ficará bom. –disse o professor
FIGURA 4
E o que mais ele tem que saber fazer? -desafia o professor
-Ele tem que ser engraçado, meu pai é engraçado… -disse Bia
O professor programa o robô e o robô faz malabarismo e palhaçadas e as crianças riem”.
- É melhorou, está começando a se parecer com um pai. -dizem os alunos empolgados.
FUGURA 5
-Viram como ele é perfeito? Nunca mais ficarei sem a companhia de um pai! Ele pode tudo. O que mais? O que mais? –falava o professor desafiando os alunos.
-Deve ajudar com os deveres da escola. –disse João
-Deve comprar muitos presentes… –disse Melisa
- Deve saber contar divertidas histórias… –disse Rafael
-E deve gostar de rir, ele deve ser sempre alegre … –disse Sofia.
O professor corre e programa o robô que cumpre todas as tarefas à perfeição.
FIGURA 6
-Algum outro desafio? Pergunta audacioso o professor.
- Um bom pai tem que saber orar -disse Cíntia desde o fundo da sala com voz firme.
-Orar ? –pergunta o professor intrigado.
-Sim, ele deve saber orar! Orar é falar com Deus, nosso Pai maior, ele pode todas as coisas. É importante um pai saber orar. Sabe professor? Quando a minha mãe ficou grávida, no ultra-som dos primeiros meses aparecia o feto com serias malformações ósseas. Os médicos disseram que eu nasceria deforme e que nem mesmo caminharia. Mas meu pai, cheio de fé, começou a orar e jejuar e a declarar a minha cura. Ele colocava a mão na barriga da minha mãe e orava todos os dias, ele nem mesmo quis fazer outros exames, ele creu de todo coração que Deus tinha me curado. E no dia do nascimento todos ficaram chocados, eu nasci perfeita, EU SOU PERFEITA. Todos ficaram espantados menos o meu pai, porque ele sabia que Deus já o tinha ouvido. Meu pai ora pelo emprego, pela nossa saúde, pelas finanças, pela família, ele ora por todas as necessidades! Sem dúvidas professor, o que um pai tem que saber fazer para ter uma família abençoada é orar, como o meu papai!
O professor estava visivelmente abalado, toda a sala estava de olhos marejados e alguns até lacrimejavam. O professor rompeu o silencio dizendo:
-Meu pai robô não foi programado para orar, e acho que nem se o programasse conseguiria, porque ele nunca poderá ter o amor nem a fé de um verdadeiro pai!
A campainha tocou e as crianças desinteressadas pelo robô que não poderia orar foram saindo e comentando.
-Vamos pedir pro nosso papai ir à igreja da Cíntia, queremos que eles também orem como o papai dela!
FIGURA 7
O professor e Cíntia ficaram na sala do lado do robô se olhando
-O senhor está decepcionado professor ?
-É que finalmente eu achei que ia ter um pai…-disse com tristeza.
-Mas professor, você pode ter um pai, Deus pode ser o seu Pai.
-Mas como isso é possível? Eu já sou grande e sou muito atrapalhado, Deus não vai querer ser o meu pai?
-Deus o ama e aceita o senhor, do jeito que o senhor é. Vamos até o meu pai que ele vai lhe mostrar o caminho até o pai maior.
-Então vamos agora mesmo , quero conhecer este pai que realmente pode tudo.
O professor cobre o robô e vai com Cíntia.
Depois de ouvir o pai de Cíntia, o professor quis receber Jesus no seu coração e de joelhos por primeira vez na sua vida sentiu os braços do amoroso Pai Deus o envolver. Agora, o professor tinha achado o que tanto buscava, UM PAI AMORSO.
Cíntia piscou para o pai em cumplicidade. Porque o que o professor não sabia era que Cíntia e o seu pai viam orando pelo professor desde o começo do ano!
Cíntia estava muito orgulhosa do seu papai, um homem de oração e fé.

Extraído do: http://sementinhakids.wordpress.com/datas-especiais/meu-pai-robo (A ideia desta história foi tirada de www.teatrocristao.net. Adaptada e desenhada pela Pastora Gabriela Pache de Fiúza).

HISTÓRIA MISSIONÁRIA O GUARDA CHUVA AMBULANTE

Um guarda-chuva grandão ia andando bem depressa pela rua.
Parecia possuir pés próprios, era bonito, feito de várias cores brilhantes, enorme ia saltitando pela rua abaixo.



Todo mundo ficou curioso à respeito do guarda-chuva estranho.
Crianças e adultos iam seguindo atrás, logo descobriram que os pezinhos pertenciam a um menino, ele andava depressa, sem dizer uma palavra, e o grupo seguia-o.


Finalmente chegaram a um lugar sombreado, debaixo de uma árvore bem grande, o menino colocou o enorme guarda-chuva no chão. E perguntou ele, as crianças que se aproximavam.
- Quem quer ouvir a história do meu guarda-chuva?
- Sentem-se então e escutem. Disse o menino, e todos obedeceram apesar do fato de alguns serem maiores do que ele.

Apontando para a parte preta ele começou:
- Estão vendo esta cor? O preto nos faz pensar na escuridão e no pecado, cada um de nós já fizemos coisas erradas uma vez ou outra. Muitas vezes pecamos numa hora quando ninguém está por perto, ou no escuro, quando ninguém pode nos ver. As coisas feias que praticamos são chamadas de pecado.
Todos escutavam com atenção.

Vocês estão vendo esta cor dourada, representada pela cor amarela?
Esta nos faz lembrar o céu, onde tem ruas de ouro, vocês sabiam que nenhum pecado pode entrar no céu? Porque se entrasse estragaria o céu!
Não existe pecado lá, por isso nenhum de nós pode ir para o céu, porque todos nós temos pecado no coração.



Mais estão vendo esta cor vermelha? Continuou o menino... Esta nos conta que o Senhor Jesus Cristo morreu na cruz e derramou seu precioso sangue para nos perdoar os pecados.
O Senhor Jesus é o filho de Deus, Ele tomou o castigo que nós merecemos.

Quando cremos que Ele é mesmo o Filho de Deus e o recebemos como nosso Salvador, Ele perdoa todos os nossos pecados, tornando o nosso coração limpo e puro, como a parte branca do meu guarda-chuva, mais é preciso confiar em Jesus. Temos que pedir perdão pelos nossos pecados.Quando fazemos isso, Ele vem morar em nosso coração e torna-se nosso Salvador. E Jesus faz com que possamos entrar no céu um dia quando deixarmos esta vida.Agora, quantos de vocês sabem que são pecadores? Mas querem ir um dia para o céu? Todas as mãos se levantaram. – Está bem, então diga para Deus que você é um pecador.

Logo, silenciosamente as crianças se ajoelharam no chão, cada um falou com Deus, confessando os seus pecados.
- Diga-lhe agora que você crê que o Senhor Jesus Cristo morreu em seu lugar e peça que Jesus lhe salve neste instante.
Baixinho, as crianças começaram a orar.

O menino tirou uma Bíblia pequena (um Novo Testamento) do seu bolso, abriu ela no Livro do Evangelho de João 3:16.
- Vou ler um versículo da Palavra de Deus, quando chegar às palavras “o mundo” você deve substituir pelo seu nome e quando eu falar “todo aquele” você coloca seu nome ali também, estão entendendo?
“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho Unigênito, para que todo aquele que nele crê, não pereça mais tenha a vida eterna”.
Cada um leu o versículo, colocando o seu próprio nome.
- Isto significa que se você de fato crê que Deus lhe ama e que Ele mandou seu Filho para morrer em seu lugar, e se você confia em Jesus e o recebeu em seu coração então você acaba de nascer na família de Deus, e todos que pertencem a família de Deus têm a vida eterna. É a palavra de Deus que diz isto, e pode ter certeza: É a verdade.
Ele parou um instante, e olhando firmemente para todos disse:
- Vocês estão notando que tenho ainda uma outra cor no meu guarda-chuva? Qual a cor que falta? Os ouvintes responderam, todos juntos: “Verde”.


- Está certo, não falei nada sobre o verde, pois bem, é o seguinte, depois de termos recebido o Senhor Jesus e termos o perdão dos nossos pecados, estamos prontos para irmos para o céu, Jesus quer que nós cresçamos espiritualmente, que sejamos crentes mais firmes cada dia que passa.
- O verde nos fala das coisas que crescem, como as árvores, as flores, as gramas..., Você só vai se tornar um crente forte, se você ler a Bíblia e orar todos os dias, e ir a igreja todos os domingo, não se esqueçam disso.
Ele fechou o guarda-chuva.
- Quero que vocês vão embora agora para contar aos outros o que eu lhes contei, voltarei amanhã para ver se vocês poderão repetir para mim tudo o que lhes falei sobre as cores.
Todos que puderem me dizer os significados das cores, e explicar como é que a gente se salva, receberá um livrinho com estas mesmas cores, para poderem contar a mais alguém (o professor pode fazer vários livrinhos para darem aos seus alunos).
As crianças não voltaram logo para a brincadeira, em vez disso foram falar daquilo que acabaram de ganhar.
E o nosso amiguinho abriu o guarda-chuva novamente e continuou andando pelas ruas, procurando outras pessoas para ouvirem o Evangelho.
Fonte: escoladominical.net

Estrelinha e a Páscoa

Em uma fazenda muito bonita, nasceu Estrelinha; Uma ovelhinha branca muito fofinha bem cheinha de lã; ela era bem pequena. Passava o tempo dormindo junto à mamãe dela.

Quando Estrelinha acordava gostava de brincar com suas amiguinhas Floquinho e Pupi, elas brincavam de pega-pega apostavam corrida e quando se cansavam, paravam para beber água limpinha.
Certo dia quando as três estavam brincando viram um bicho todo arrepiado, que estava passando e quase atropelou Floquinho. Ui! Cuidado! Não Vê Onde Anda? _Oh! Desculpe-me, É Que Estou com Tanta Pressa! tome Cuidado senão vai acabar atropelando algum bicho por ai! Disse Estrelinha. Desculpe-me, de novo, mas estou muito apressado é que a Páscoa está chegando e eu preciso entregar muitos ovos por ai!
Até breve! E assim o coelho Saiu Correndo! Ei Seu coelho não espere, o Sr. Não nsa Falou O Que É Uma Páscoa! Disse Pupi, Mas o coelho Já ia Longe. Como ovelhinhas Três Ficaram Muito curiosas e lá se perguntar Parágrafo UM Foram DN. Aquilo era o Ovelha Que Páscoa "e" ovos "QUANDO perguntaram Dn. Ovelha respondeu:
-Bom eu ia mesmo falar-lhes sobre a páscoa, dados que é um dia muito especial. sentem-se perto de mim para ouvir esta linda história. Há muito tempo atrás havia um rei mau que castigava o povo de Deus, ele obrigava o povo a trabalhar como escravos. O povo de Deus eram os israelitas e serviam ao rei egípcios que era muito malvado. Mas Deus amava o seu povo e decidiu libertá-los para que não mais fossem escravos. Ele mandou nove castigo para os egípcios, mas o rei mal continuava maltratar os israelitas.
Foi ai que Deus mandou o último castigo, o décimo; foi terrível Deus iria matar todos os filhos mais velhos de cada família!

-Oh! Que horror, Falou Estrelinha se encolhendo Toda. Seu povo E continuou mamãe: Só Que Deus o amava, então Ordem Uma DEU, CADA UM Deverià família Cordeiro Matar e Passar o Sangue NA SUA porta de casa, assim Ninguém da Iria Morrer casa. Os Israelitas obedeceram e softwares dos Antigos Morreu filhinhos SEUS. Foram Eels libertos da morte! A partir daí, todo ano o povo de Deus sacrificava Uma ovelha Parágrafo Ser Liberto DOS SEUS Pecados.
Puxa mamãe! Então vamos NÓS Também Morrer? Seremos sacrificadas? Não! Disse Uma mamãe sorrindo; E mais isso Não Necessário, POIs Deus Mandou Seu Filho Jesus Que Nasceu lá em Belém; Ele era hum Pequeno nenezinho Bem, Mas Cresceu e Um Dia Ele Foi Crucificado.
Agora Não É preciso sacrificar Mais nenhuma ovelha, Todas libertou Jesus da morte de Pessoas. QUANDO Ele Próprio cruz do Calvário

Morreu nd Pagando O Preço do Pecado, Que Tem Aquele Jesus no Coração ESTÁ livre do Pecado.
"Jesus e Cordeiro de Deus Que tira o Pecado do Mundo"
Estrelinha Começou a chorar e Disse: Puxa, ESTA É Uma história triste Mais Que Já Ouvi! Porquê Minha FILHA? Porquê Jesus morto ESTA.

Não! Ele vive! Ele Não Ficou morto, AO Terceiro dia Jesus ressuscitou par dar CADA Uma Pessoa, CADA Criança, Uma Vida Nova!
Que maravilha! Então Uma Páscoa é linda, E a Libertação Que Jesus nsa DEU QUANDO Morreu e ressuscitou DEPOIS Como ovelha! - Sim e CADA Criança PoDE tê-lo sem Coração e Ganhar o PRESENTE Que Ele oferece nsa Que É o Céu.
Foi Todas Neste Momento Que Como com Lágrimas ovelhinhas Estavam nsa Olhos de alegria, Mas UM ouviram chorinho, era o coelhinho Que estava escondido e ouvia Toda A Verdadeira história da Páscoa. Puxa! Estou envergonhado Como! Estou Ensinando Coisas erradas, Uma Páscoa hum Não Fazer e Coelho dos ovos de chocolate, mas e de Jesus, o Cordeiro de Deus Que Morreu e ressuscitou Tirar Para o Pecado do Mundo!


_Sim Disse Dn. Ovelha, e devemos lembrar com nsa disso Coração Cheio de Alegria e Gratidão Jesus PORQUE É A Verdadeira Páscoa Para Todos! Eu Preciso Contar isso Para os Meus Amigos! Disse o coelhinho, se Não, eles não Vão saber Sobre a Páscoa de Jesus.

_Nós VOCÊ Vamos ajudar, Disseram Estrelinha, Floquinho e Pupi. Foram então lá se eles Correndo Para Contar A TODOS, A Verdadeira História da Páscoa Que haviam aprendido.

Versículo João 1: 29 b
Postado por tiaidalete às Segunda-feira, Setembro 07, 2009 1 comentários





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